Haverá quem tenha registros históricos mais preciso do que eu. Os hoje democratas (!!!) foram os primeiros apoiadores do golpe militar que arrebentou com a democracia brasileira em 1964 empurrando o país para 20 anos de atraso.
Depois, quando a ditadura militar - elogiada em prosa, verso, música, filmes, copa do mundo, cacete, bala, pau de arara e muito sangue - resolveu arrefecer (era a moda na América Latina e determinação da política internacional norte-americana) apoiaram a "abertura democrática".
Ano passado, o presidente dos hoje "democratas" Jorge Bornhausen pregou que a raça dos petistas - seu antagonismo mais direto e representativo - deveria ser exterminada, deixando claro que não tem muita tolerância aos diferentes, típico da democracia.
Quando o PFL - que já foi Arena e PDS - se desgasta e sofre um grande baque nas urnas, principalmente pela sua oposição ao governo Lula e, por conseqüência, às políticas aos mais pobres, a semântica entra em ação de novo, para manter o partido atualizado ao discurso da moda.
Negam até o substantivo "Partido", que é o que são, como todas as outras agremiações políticas brasileiras assim constituídas, na tentativa de abrandar o negativismo que a sociedade brasileira vê naqueles que são menos comprometidos com os direitos da maioria da população.
Talvez o mais adquado fosse "Oportunistas".













