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quinta, 01 novembro, 2007
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Põe Ética
 PÕE ÉTICA Foi lida a arte como sinônimo de beleza “Que não põe mesa, que não põe mesa!”
Então não apodreça o poema, Falando do cheiro de sangue, Da lama da cidade, do lixo do mangue!
Não descreva as mazelas, não fotografe as favelas! Vamos copiar, invejar o cabelo das magrelas, Que o padrão da dona Maria De barriga na pia e chinelão Não rende verso, não!
Quem já viu uma escultura Do menino, do mendigo da rua? Não tem graça! Só se for de mulher nua!
No esguicho cerebral do comercial de televisão, Na música da glamourosa, no pancadão Eu vejo a beleza, que abre o apetite, mas não põe a mesa
Por isso que eu vejo os moleques vestindo a etiqueta: No punho o relógio, uma doze e uma chupeta. Na mamadeira tinha a pinga do Exu da Cara Preta, Que com o leite da escola a diretora fez mutreta.
Não estragues o poema, arranjes outro tema, Que de feio já basta o povo! Não fales do busão lotado, fedido, apertado De todo mundo com cara de ovo!
Não seja que nem o professor teimoso: Que queria falar, de novo, Sobre a tal da Constituição! “Melhor mandar embora, assim, sem demora Pra não criar confusão!”
Cheguemos no bar do Inácio, camarada! Vamos tomar a gelada , da loira siliconada! Desce muito mais redondo com etílico, Fermentando a farinha e o horário político... Pra reforçar o ato cívico: “Meu amor, eu dirijo! Por favor, dá um real prá esse menino raquítico.” Bom Prato, moleque, prá amolecer o estômago rijo!
Aqui jaz como guspe o poema chulo, INSS, de perna manca Tanta praia bonita, tanto Domingo e requebrar de anca... E o verso flamingo rasteja descalço, no rasgado que o vidro estanca.
Como dizia Silvio Santos: “-Ôe!”
Uma salva de tiro!
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terça, 11 setembro, 2007
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Soneto da Coerção
 Soneto da Coerção. Dobram-se os joelhos no chão inexato, Teatro da existência, único Ato: Só, constante, humilhante e resignado. Vazio espanca o estômago petrificado... Verde carniça pulsa o odor de sangue, Úmida do rio fraternal de lágrimas. Moro no beco das lindas leis magnas. - Isso não é cidade, meu pai, é um mangue! O destroço nem toca a língua seca, Odor é gosto na saliva pouca. Joelhos rasgando na estilhaçada rouca. - Engole a carne, filho de uma égua! E eu, descalço, viajei tanta légua... Pra comer o defunto que eu não matei!
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terça, 28 agosto, 2007
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ODE À VOSSA EXCELÊNCIA
Capitalista, homem vil Tio Patinhas do Brasil Homem que é pura sabedoria Sua cabeça sofre de desenteria Dizem os ignorantes da massa: - Homem de porte, homem de raça! Ora essa! Está aberta a temporada de caça! Padrinho da burguesia, membro da tirania Sua alma é vazia Tal como sua ideologia Seu capitalismo me dá azia Pedimos apenas que tenha consciência Mas o excesso de opulência Faz com que o Excelentíssimo Senhor da Presidência Aja com negligência E duvide da minha inteligência Tenha santa paciência, Para aturar sua interminável incompetência! Jamais deixarei de cutucar sua corja de genocidas E mesmo que sufoquem as palavras exauridas Eu gritarei pelas tantas vidas interrompidas Por cada criança desiludida, destituída Desprovida de educação, segurança, saúde, comida... Indivíduo responsável por tanto desamor Enfia no rabo seu diploma de doutor Capaz de colocar muralhas no caminho do trabalhador Da peça que move qualquer setor Do homem honesto, lutador Que serviu cada fatia da riqueza ao senhor. Sabe que, enquanto estiver no cume Ficará impune Mas a mesma força que aqui nos une Irá penetrar os seus segredos E os dar a lume... Magnificência Pensas que meu pequeno brado É ato de violência Passa aqui pro meu lado Pra parte de fora da sua circunferência Veja quão impressionante a nossa decadência A única agressão aqui é a sua indolência O nosso dinheiro e o seu poder Lhe trazem luxos, privilégio e lazer Mas não são válidos contra a putrefação que te espera Existe uma lei mais severa A lei dos justos é divina E não aceita propina. ----> Este foi meu primeiro poema. Escrevi ainda menina, para FHC. Mas serve para os outros também. 
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segunda, 27 agosto, 2007
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SACO CHEIO...
 **** Este não é um texto definitivo. Ele precisa de opiniões, porque o contato que estabeleci com a literatura marginal, ainda está fresco...
Ferréz e nossa literatura marginal que me desculpem. Não dá pra aceitar rotulações. Dá sim, pra apoiar um movimento literário radical e extremista, com justificativa de que a passividade não faz barulho. Assumir uma postura e berrar na orelha da sociedade, até estourar-lhe os tímpanos. O ponto é: o que estamos berrando? Em primeiro lugar, só me limito a prestigiar condutas que sigam o Direito do ser humano ser humano, deu pra entender? Mas o ser humano que está inserido no sentido da cooperação. Neste sentido, aplausos para o movimento da literatura marginal! A minha crítica à alguns autores não diz respeito à sua liberdade de expressão, mas simplesmente não concordo com a opinião de muitos. É o direito do toma lá dá cá. Se a literatura marginal, por um lado mete o pé na porta da literatura e a torna universal, por outro germina sementes preconceituosas. Não digo que ela não sofra preconceitos, fico até imaginando porque Ferréz não é mais um “caro amigo”. O teor de alguns textos pinga no olho o colírio da revolta contra a imundície das relações sociais e capitalistas. Outros, porém, mostram a criminalidade como uma resposta ao canibalismo do sistema feudal contemporâneo, sendo um produto que deve ser engolido sem mastigar. Perdão, mas meu estômago tem o direito de regurjitar alguns pequenos pedaços. Eu jamais acharia normal um criminoso assassinar um pai de família só porque ele tem grana. Isso é inconcebível e até acho que você que está lendo essa bagaça, até concorde comigo. Eu queria mesmo é ver o pessoal explodir um deputado, um juiz corrupto filho de uma vaca, um dono de empresa de transportes. Minha raiva é ver o povo fuder com o povo, um irmão de batalha matando outro irmão na batalha. E o que acontece, me vem a literatura marginal botar pilha? Achar que só porque fulano conseguiu se dar bem na vida, merece a vingança? Tem gente do povo que se esmerilhou a vida toda, se fodeu e quando consegue alguma coisa de mérito, leva uma bala na cara. Nem sempre é só de policial que gente de bem morre, mas mais comum que seja de ladrão de galinhas. Por que conseguir as coisas por mérito é errado? Qual a graça de gritar assim as desigualdades humanas? Vaidade ou desejo de compaixão? Porque quando o fulano se dá bem passa a ser rotulado como filho da puta. Alguém de status social que segura nas mãos desonestas o poder desviado, esse merece que lhe passem o ferro. Não me venham com falsa moral, dizendo que estou apoiando um crime. Muito menos boquiabertos cuspindo catolicismos baratos de padres que molestam criancinhas. Eu só viro católica se derreterem o teto de ouro da basílica de São Pedro e fazerem alguma coisa útil em prol dos “filhos de Deus”, de preferência as crianças africanas (ou o que sobrou delas), as crianças vítimas de exploração sexual, etc. Um político verminoso que toma longos banhos numa ducha cardal, jorrando pelo ralo, milhões de litros de água que não conseguem lavar a sujeira da sua carne podre. Nas custas dos milhões que roubou dos impostos que eu, você e a tiazinha que sustenta sua prole sem ter água potável pra fazer a mamadeira da criança e toma banho gelado de canequinha, fomos obrigados a pagar por meio de impostos. Quem se mete com eles? Eles financiam o tráfico de drogas, que se você que consome a maconha ou seja lá o que for, está sendo cúmplice do assassinato do moleque do morro, do espancamento ao mendigo que não tem direito ao nome nem ao túmulo, da mãe que perdeu os cabelos entre os dedos de preocupação com seu neguinho ou seu branquinho que saiu pra escola e não voltou mais. Eu queria ver a literatura universal da denúncia, da consciência, da língua do marginal que foi sufocado pelo poder tirano, deixando nua a mídia que relincha baboseiras, o jornal que é tendencioso. Não ver gente inteligente grudar cartazes com estereótipos, tem muito negro bom e branco bom, negro ruim e branco pior ainda. Neste mundo tem vagabundos de todas as classes sociais, tem pobre que não vale um real e rico que não vale meio. Mas também tem o contrário, tem gente muito boa, gente que não merece estar no morro, gente rica que ganha o seu pelo próprio esforço e perseverança. Que tombou muito antes de chegar no topo. Dividir as massas, as hierarquias e enfiar o dedo na cara delas dizendo quem é bom ou mau pelo simples critério financeiro é inocência. Alguém me responda porque o governo não inclui o ensino da Constituição nas escolas??? Que escolas? Estes lixos que são algumas escolas? Talvez as moscas estejam interessadas em aprender sobre ela. As moscas do descaso do governo, as moscas da ausência de alunos interessados e dos alunos que precisam trabalhar para comer uma migalha, dos alunos portadores de necessidades especiais ou acometidos por alguma doença que ficam horas, na fila de algum hospital público, as moscas dos professores lesados que não cumprem suas obrigações. Por que os que cumprem são, literalmente, as próprias moscas zunindo sozinhas. Estou sentindo falta de uma literatura marginal que mostre ao povo os direitos dele, que os ensine a gritar, a esmurrar a cara gorda e bochechuda de um repressor que tente estreitar o caminho. Que assuma de uma vez o poder sobre uma nação. A literatura que arregaça a manga e vai falar com o povo, vai intimar o Estado, vai exaltar o seu João que é um puta de um batalhador, digno e honesto. Mas vai cutucar as laranjas podres do que também existem no seu meio. Porque se não for assim, daí também é hipocrisia. Daí é igualzinho o outro lado de lá. Eu queria fazer parte da literatura que colabora pro bem estar geral, que provoca algum turbilhão, que incentiva, que acende uma faísca. As aparências enganam. Histórias pra contar todo mundo tem, o direito legitimo de viver como gente deve ser assegurado. Quem tem o talento das palavras tem por dever, multiplicá-las.
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...
 Para quem goza De boa saúde O espirro é Um orgasmo nasal.
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OUTROCENTRISMO
Carvão para o egocêntrico Incediar a fogueira da vaidade. E na grelha da hipocrisia Arde a angústia pelo ingrato. Não há aplausos que apaguem As labaredas Da prepotência em assumir o alheio. 
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domingo, 01 julho, 2007
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Minha primeira Comunhão
 Os olhos, para sempre, esqueço... Na imensa rasgadura do teu sorriso. Em meu braço, eternamente o berço, De um insano amar: puro e preciso. Dai-me a vida, óh Pai, após a morte... Pois, que carrego do ventre tanta sorte Na minha mão pela tua preenchida!
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sexta, 08 junho, 2007
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Feriadão
 Não bastando as confusões emocionais: Hoje, precisamente às 20h54m realizei uma consulta de saldo no caixa 24 horas que pertence a área externa da agência do UNIBANCO do supermercado EXTRA (Rua Samuel Klabin, 193 - Bela Aliança - São Paulo.). Após realizar a consulta no terminal 05077102, dirigi-me ao caixa paralelo para realizar o saque, pois o primeiro terminal não realiza este tipo de operação. Para o meu descontentamento, após realizar todo o procedimento para o saque no valor de ... o terminal informava que estava processando a operação e ainda pude ouvir o som de uma suposta contagem de notas. Acontece que a tela mostrou uma mensagem informando que a operação não havia sido realizada Por este motivo, dirigi-me ainda ao terceiro caixa, pois me surgiram algumas possibilidades: ou o caixa não possuia o valor suficiente em notas;ou não era possível sacar este valor devido a normas de segurança (?); ou o valor poderia ter sido realmente descontado e as notas haviam ficado presas.Graças a minha relativa ignorância optei por verificar por meio de um extrato (às 21h no terminal 02077104). O extrato confirmou o débito deste valor, sendo que a máquina não havia liberado o montante. Ocorre que na tela dos caixas existe um aviso em letras garrafais que instrui o cliente, que em caso de problemas, ligue SOMENTE no seguinte número 40040030. Em primeiro lugar levei em média 15 minutos para ser atendida ouvindo uma redundante gravação dizer que a ligação era muito importante para o Unibanco. Posteriormente recebo da atendente a incoerente notícia de que a ocorrência solicitada não poderia ser atendida por meio deste serviço. Pergunta: Oras, por que então constaria um aviso tão apelativo com este número no visor da máquina? A senhorita atendente duvidou da existência deste aviso nos caixas eletrônicos (registrei esta tela por meio de foto) e então resolveu me passar mais um número de telefone, que por fim me forneceu ainda outro (tempo é dinheiro?). Nesta última ligação registrei o problema e solicitei providências. A atendente me forneceu o prazo de 2 a 10 dias para a resolução deste desprazer. Este valor é referente a pensão alimentícia de minha filha, valor que complementa a renda para suprir as necessidades fundamentais dela. Como posso aguardar todo este tempo, por imperícia de um sistema, sendo que a quantia estava disponível? Há uma necessidade imediata, visto que este valor tem uma finalidade específica. Como o caixa eletrônico ESTÁ CONTIDO em uma loja das redes de supermercado EXTRA, questionamos a gerente sobre a possibilidade de haver algum supervisor destes caixas. Não só fomos informados que não havia nenhum responsável no local, como também que o EXTRA não exerce nenhuma responsabilidade sobre o fato. Apelando novamente para minha relativa ignorância, imaginei que qualquer instalação que esteja dentro de uma outra, está a ela subordinada. Ou seja, o Unibanco existe ali com o aval de funcionamento expedido pela rede de supermercados (imagino que deva haver todo um procedimento complexo para que ali se aloje), para depois ser negligenciado pela administração do local??? Meu pai, muitíssimo mais educado e diplomático do que eu, foi quem conversou com a gerente, mesmo recebendo uma posição neutra e desinteressada sugeriu que o terminal fôsse "interditado" para que outras pessoas não sofressem o mesmo prejuízo. Finalmente recebeu uma segunda negativa. Já nos dirigimos ao 33º DP de minha região e recebemos suporte e orientação do delegado Dr. ??. Aguardo a análise destes fatos e o reembolso de uma água com açucar.
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quinta, 31 maio, 2007
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Calada Gêmea
O casal permeia sonoramente O silêncio madrigal da calada E o ébrio acúmulo que ali vagueia Faz rarefeito o ar da passada. Palmilhar uno de sola cruzante Cadência justa, enfim, coordenada Gêmeos pastos, gêmea pata alheia Mamando o leite da teta empedrada Édipo ouvio concepções vacilantes Na própria sina pôs a crepitada: Um seio amargo seus nós incendeia. Nús e sábios, amaram ignorantes Na sede que engolia a madrugada Beijaram loucos os mitos de areia. 
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segunda, 16 abril, 2007
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 Tomar vento na moleira Beber mar de cachoeira Chuva de plumas amarelas Um banho de água de jasmim Uma toalha de pelúcia Cheiro morno das panelas Brancos lençóis de cetim Castidade em sacramento Pecado e momento Capítulo inédito em mim
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segunda, 09 abril, 2007
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Açougue
Dou-te um quilo de minha carne fresca, Deste corpo aqui, onde o cardíaco é teu. Coma e satisfaça tua fome, amigo meu! Arranco estes lábios, Untados de sangue rubro, E então é assim que pousam nos teus pés. Derreto a seiva da minha língua infante Para fazer-te um chá purgante. E desço a minha alma aos umbrais... Negocio meus olhos de flores castanhas, Embora, de certo, azedem nas entranhas dos vorazes estômagos infernais. Rias de mim, senão sedes animais ! Pseudo-sábio, não definhais... Sei que amola a sua faca escondido E Rega os ramos dos espinhais. Descalça e lúcida eu sigo contigo Por que em troca, bem te quero mais. 
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quinta, 05 abril, 2007
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TESTAS
Uma testa é uma testa Disposta e aberta. Leva a testa um carimbo Um rótulo, uma restrição. Um adjetivo fluorescente Até as vezes de baixo calão. Uma lâmpada de idéias, Uma marca de batom.
A testa leva e é ela quem atesta: O tamanho do tombo da besta; A importância do dono da festa; O tanto de cabelo que resta.
Numas os segredos estampados Noutras um olho a mais por precaução Sempre há espinhas, pois chocolate é quente E sempre há espinhas dos atritos com a mão.
A testa é um painel, uma lousa pra lição Da minha testa cuido eu: Sempre lavo com sabão. 
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Honra ao Mérito
 E assim se vence a guerra... Flexibilidade das próprias almas Combatentes Que guerreiros dos Ideais Saboreiam Ao invés de, sem os dentes Mastigar medalhas.
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